Educar é sim um ato de amor,mediar o processo de ensino/aprendizagem tem sido uma das experiências mais significativas da minha vida!Penso em educação,escola,sala de aula e me vejo ora como aluna e,ora como professora ,nessa alternância de papéis fico igualmente feliz pois entendo a educação como uma questão dialógica.
Esta troca é essencial para o professor ter empatia com os alunos,valorizar o conhecimento que cada um traz consigo,entender o contexto no qual o aluno está inserido,criar vínculos afetivos ,enfim,mediar a construção do conhecimento.
Pesquisando artigos sobre surdocegueira para apresentar um seminário ,me sentí inquieta diante de algumas questões,ei -las
1-será que um professor que não tenha formação específica em educação inclusiva não pode ter em sua classe regular um aluno especial por não se sentir preparado?
Possìvel resposta:Alguém sai totalmente preparado da faculdade?(sim ,a resposta é uma outra pergunta)De quantos cursos precisamos para enterder a educação como um processo que transcende as questões conteúdistas,educar é saber que tem coisas "indizíveis" igualmente,ou até mais importantes que as "dizíveis."
Educar um aluno surdocego no meu raso entendimento é mostrar para ele que há uma bela rosa,onde ele não consegue vê,não me ouve falar,não pode tocá-la por causa dos espinhos,mas sente seu perfume.Isto não tem curso que ensine,é a velha dupla "razão e sensibilidade".
2-Precisamos ter um aluno surdocego para entendermos a importância do toque?
3-O que Antoine de Saint quis dizer com : O essencial é invisível aos olhos?
4-Pedagogia..onde foi mesmo que lí a origem etmológica desta palavra?

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